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Fichamento Ilustrado "Teoria do Não-Objeto"

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 Morte da Pintura: A pintura figurativa começou a morrer com os impressionistas, pois eles valorizavam a iluminação e as cores em detrimento dos contornos e das formas a partir de pinceladas mais livres. Um dos maiores exemplos de pintores impressionistas foi Claude Monet, com quadros como: Impressão, nascer do sol Manhã no Sena perto de Giverny  Com o avanço da arte moderna, os objetos representados passaram a perdem ainda mais a sua importância e o quadro passou a valer por si só. Ao longo desse processo, movimentos como o cubismo, que fragmentava os objetos, e artistas como Pierre Mondrian e Kazimir Malevich se destacaram, que eliminavam o objeto em sua quase totalidade se destacaram.  Menina com bandolim, Pablo Picasso (cubismo) Broadway Boogie-Woogie, Pierre Mondrian Suprematismo Dinâmico,  Kazimir Malevich Obra e Objeto: Na arte tradicional, os quadros criam espaços fictícios a partir de representações do mundo. As molduras, nessa situação, funcionam como media...

Abstração geométrica de objetos

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 Esses foram os meus desenhos realizados durante a aula do dia 13/04/26:

Abstração geométrica de edifícios (Praça da Liberdade)

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 Esses foram os meus desenhos realizados na aula do dia 13/04/26:

Fichamento Slides + "Animação Cultural" + "A ficção como cesta"

  Slides dos Objetos: Os seres humanos dominam os objetos ou são dominados por eles?  Os objetos frequentemente condicionam o comportamento humano devido à sua forma e/ou função, mesmo quando essa interferência não foi pensada por seus criadores. Ainda assim, os usuários não são passivos, considerando que podem ressignificar os objetos, utilizando-os de maneiras diversas a partir de suas experiências prévias, necessidades e criatividade. Linha do tempo dos objetos criados pela humanidade (muitas empresas da atualidade se inspiram em modelos/criações mais antigas, como a Apple) O conceito do Ready Made,  desenvolvido por Marcel Duchamp , consiste em retirar objetos cotidianos de seu contexto funcional e elevá-los ao status de obra de arte. Dessa forma, o artista questiona o que é arte, qual o papel do artista na sua criação, se o valor da arte está na sua técnica ou no seu conceito e quem decide o que é arte.  Animação Cultural, de Vilém Flusser:  A ideia da “Rev...

Fichamento do livro "Lições de Arquitetura" de Hertzberger

A- Domínio Público: A percepção de um espaço como público ou privado varia de acordo com o seu grau de acesso. Normalmente, esse acesso é definido por convenções sociais compartilhadas, embora, em alguns casos, também possa ser regulamentado por legislação. Os materiais utilizados em um projeto contribuem para comunicar o grau de acesso esperado/desejado para cada ambiente. Exemplo: portas de vidro transparente entre dois espaços públicos reforçam a ideia de continuidade e livre acesso. Em contrapartida, o uso de vidro opaco ou semitransparente sugere maior restrição e delimita de forma mais clara os dois espaços.  A organização e o planejamento de um espaço podem tanto estimular quanto restringir sua adaptação e personalização pelos usuários. Nesse sentido, é possível projetar ambientes que favoreçam a apropriação, incentivando quem ocupa a de senvolver um maior senso de responsabilidade e, consequentemente, um envolvimento maior na configuração e no uso do espaço. Alguns ambiente...

Visita ao CCBB (Exposições Marlene Barros + Meme no Brasil)

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Exposição Marlene Barros (Tecitura do Feminino): Essa exposição foi bastante difícil de visitar para mim e acredito que esse desconforto é intencional por parte da artista, que utiliza técnicas como o bordado, a costura e o crochê para evidenciar as diversas formas de opressão contra a mulher presentes na sociedade. Ao se apropriar de práticas tradicionalmente associadas ao universo doméstico e feminino, ela os ressignifica, transformando-os em instrumentos de crítica e denúncia. Dentre as obras, três em especial me chamaram a atenção: Saco de Pancada, Útero e Bibelô.  Em Saco de Pancada, o corpo feminino é apresentado como um objeto projetado para ser alvo de violência tanto física (representada pelos socos do saco de pancada) quanto verbal (expressa pelos palavrões e insultos bodados na obra). Essa obra me afetou profundamente e despertou em mim um sentimento ambíguo. Ao mesmo tempo em que senti curiosidade de ler todos os escritos, eu também me sentia triste e desejava des...

ZINE - Fabulações Brasileiras

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 Esse foi o meu ZINE: Vídeo do ZINE: PDF para a impressão: Esses foram alguns dos elementos utilizados por mim nas colagens: Comentários sobre as composições: -Capa e Contracapa: Na capa e na contracapa, eu busquei representar a estética brasileira por meio do uso de azulejos em tons de azul e amarelo, que remetem aos azulejos portugueses presentes em diversas residências no Brasil.  -Composição 1:  Na composição 1, eu busquei representar a escadaria como um espaço multifuncional que ultrapassa a função de simples circulação,  possibilitando a realização de diversas atividades cotidianas, como sentar para descansar, ler, tocar um instrumento e expor produções artísticas. A brasilidade foi representada através do uso da escada do Mercado Novo de BH e de figuras famosas brasileiras.  -Composição 2: Na  composição 2, eu busquei representar um espaço intermediário que reúne diferentes partes da cidade, através da entrada do metrô e, ao mesmo tempo, possibi...

Composição abstrata com objetos (em casa)

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Composição escolhida:  Processo: Para realizar essa composição, eu inicialmente selecionei, pela casa, objetos com formas que me chamassem a atenção. Os selecionados foram dois anéis, a tampa de um azeite, um batom, uma pedra, duas correntinhas e vários lápis de cor. Em seguida, eu decidi que a composição seria em preto e branco e, com desejava destacar as formas dos lápis, optei por utilizar aqueles de tonalidades mais escuras. Então, eu experimentei inúmeras configurações até chegar a esse resultado final, que foi o que mais me agradou.

Composição abstrata com objetos (em sala)

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 Composição escolhida:  Outras composições:  *Atividade realizada na aula do dia 09/04/26

Visita ao Palácio das Artes (Exposições Giramundo + Maré de Matos)

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-Exposição Giramundo:  Visitar essa exposição uma experiência nostálgica e encantadora para mim. Quando criança, minha mãe costumava me levar para assistir às peças de teatro de bonecos da Cia Truks, no SESC de Ribeirão Preto. Duas delas me marcaram bastante, A Bruxinha e Zoo-Ilógico. Por isso, ao ver os bonecos, eu fui transportada para minha infância! Ao longo da instalação, eu pude observar o cuidado da companhia Giramundo com a idealização, caracterização e construção de cada boneco. Além disso, o acervo possui uma variedade gigantesca de tamanhos (alguns enormes, outros miniaturas), de estilos (alguns mais realistas, outros mais caricaturais) e de materiais (madeira, metal, papel machê, entre outros). Também reparei na forma como o repertório de peças é vasto, variando desde adaptações de obras já existentes até a criações autorais. A disposição das criações ao longo da exposição facilitou a minha compreensão da história da companhia, pois estão organizadas em ordem cronológic...

Colagens Hertzberger - Grupo D

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O grupo do qual eu fazia parte era o grupo D e os integrantes eram a Ana Beatriz Santos, a Camila Oliveira, o Marcio Rocha, o Rafael Merrighi, o Esdras Samuel Lopes e a Mariana Jager Tonin (eu).  Os resultados das colagens foram esses:  Colagem 1   Colagem 2 Colagem 3 -Colagem 1:  Na colagem 1, nós buscamos representar a escadaria como um espaço multifuncional. Os degraus, com larguras variadas, possibilitam diferentes formas de ocupação, permitindo que as pessoas sentem, leiam e toquem instrumentos, enquanto os degraus maiores também podem ser apropriados por animais para descansar. Além disso, os corrimãos adquiriram uma nova função, sendo utilizados para expressões artísticas, como a exposição de quadros e de um varal de cordel. Assim, a escada é pensada a partir de uma perspectiva hertzberguiana, pois não se limita a uma função única, mas permite diferentes usos e apropriações. Para trazer elementos brasileiros, utilizamos como referência a escadaria do Mercado ...

Exercício de desenho do dia 30/03/26 + Autocrítica

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Esse foi o meu desenho feito durante a aula do dia 30/03/26: Autocrítica:  Ao longo dos 15 minutos que tivemos para desenhar as nossas mãos, acredito que eu observei tanto a minha mão quanto o meu desenho. Diferentemente da atividade de desenho anterior, na qual eu não desenhei "às cegas" muitas vezes, dessa vez eu consegui cinco vezes! No inicio, comecei fazendo traços bem finos e leves para engrossá-los mais no final do tempo, quando eu estava mais confiante de como as formas deveriam ser.  O resultado me agradou mais dessa vez e acredito que consegui representar com certa fidelidade a minha mão. Os dedos ficaram mais curtos do que realmente são e eu gostaria de ter detalhado melhor a região da palma. Ainda assim, na minha opinião, os contornos estão bastante parecidos com os que eu observei. 

Análise Crítica do trabalho "Olhar"

O trabalho que eu fiquei encarregada de analisar criticamente foi o da Lara Braga.  A primeira imagem me lembra uma piscina: os azulejos (que acredito serem originalmente de uma parede) seriam o revestimento do fundo e a parte com textura irregular corresponderia a borda. Eu gostei bastante do enquadramento, pois ele se assemelha a vista superior da piscina. No entanto, acredito que consegui identificar o que foi fotografado, o que acaba prejudicando um pouco a imersão. Ainda assim, mesmo reconhecendo o objeto original, eu consegui visualizar a imagem de uma piscina.  A segunda imagem me lembra a visão de dentro de uma caverna. Nessa imagem, não consegui identificar o que foi fotografado, e isso aumenta significativamente a imersão, considerando que tudo o que eu vejo é a perspectiva de uma caverna. Novamente eu gostei do enquadramento, pois, como já mencionado, ele me leva a imaginar que eu estou dentro desse espaço. Além disso, o fato da imagem estar em preto e branco e a fo...

Sensações da EAD + Colagem

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 Essas foram as sensações geradas pela EAD em mim anotadas durante a aula do dia 19/03/26:   Essa foi a colagem que eu fiz a partir das sensações percebidas: Algumas explicações sobre a colagem:  O fundo azul foi escolhido para representar a cor das paredes de parte da EAD, que são azuis.  Os palitinhos de sorvete representam a textura de madeira que eu observei e senti em vários armários.  Os recortes presentes no canto superior esquerdo e no canto inferior direito representam os azulejos do chão dos corredores.  Com a composição em diagonal eu busquei representar a sensação que eu tenho ao olhar para a escada principal da EAD. OBS: Eu não havia compreendido que na colagem abstrata eu não poderia utilizar elementos que fossem reconhecíveis, por isso coloquei figuras como o copo de café (que deveria representar o aroma sentido enquanto eu realizava a atividade). Agora já aprendi o que significa ser abstrato e vou conseguir realizar melhor as próximas c...

Exercício de desenho do dia 19/03/26 + Autocrítica

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Esse foi o meu desenho feito durante a aula do dia 19/03/26:  Autocrítica:  Acredito que observei o objeto com a mesma atenção dedicada ao meu desenho, buscando reproduzir seus contornos com a maior precisão possível. Ainda assim, não consegui representar as formas tão fielmente quanto gostaria, especialmente na região dos cadarços. Além disso, o meu calcanhar não ficou proporcional em relação ao sapato. Durante a atividade, desenhei “às cegas” duas vezes somente e iniciei desenhando com traços leves e finos para, no final do tempo, reforçá-los com linhas mais marcadas. Embora o desenho não esteja completamente fiel à realidade, eu acredito que consegui reproduzir as principais características do meu sapato.   Por fim, eu sinto que poderia ter explorado melhor alguns detalhes, especialmente na plataforma do sapato e na meia, que acabei desenhando com certa pressa no final da atividade.

Primeiras Impressões do livro Lições de Arquitetura

Essas foram as minhas primeiras impressões do livro Lições de Arquitetura, de Herman Hertzberger, a partir da leitura inicial realizada na aula do dia 16/03/26:  Prefácio: No prefácio, considerei interessante a forma como o autor pontua que os arquitetos tem o hábito de tentar esconder as suas inspirações e a forma como isso é impossível, considerando que tudo o que criamos e as decisões que tomamos têm como base as nossas referências e experiências prévias, bem como a cultura em que fomos criados e na qual estamos inseridos. Além disso, também me chamou atenção a forma como ele entende a variedade de experiências como algo positivo, haja vista que propicia um repertório maior para a resolução de problemas.  Público e Privado: Nesse trecho, a polarização entre a individualidade e a coletividade exageradas é observada pelo autor como algo negativo, e isso me atraiu, pois Hertzberger considera ambos os exageros como prejudiciais e desinteressantes para o pensamento arquitetônico...

Trabalho Prático: "Olhar"

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 Fotos em escala diferente da habitual:  Prédio de Concreto Túnel de trem Construção Metalizada Fotos na escala habitual:  Processo de retirada das fotos:   Para a foto "Prédio de Concreto", eu observei um poste enquanto atravessava a rua e percebi que o parafuso da base da estrutura lembrava um prédio. Então, fotografei e apliquei um filtro em preto e branco.   Para a foto "Túnel de Trem", eu observei que o trilho da janela do meu quarto lembrava o trilho de um trem e que o buraco da estrutura da janela se assemelhava a um túnel. Então, fotografei e apliquei novamente um filtro em preto e branco.   Para a foto "Construção Metalizada", eu observei, enquanto colocava os meus brincos, que as tarraxinhas poderiam ser os andares de uma construção feita de metal. Então, empilhei 5 tarraxas e fotografei.